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O vereador Demilson Nogueira (PP), presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Livros Didáticos, afirmou nesta quinta-feira (22) acreditar que o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), não participou das possíveis irregularidades nas compras de materiais da Secretaria Municipal de Educação. Como justificativa, o parlamentar citou a denúncia que o prefeito teria encaminhado ao Tribunal de Contas e ao Ministério Público.

A CPI iniciou os trabalhos nesta quinta-feira (22), na Câmara Municipal de Cuiabá, com o objetivo de investigar um possível déficit financeiro de até R$ 80 milhões relacionado à compra de livros e materiais didáticos pela Secretaria Municipal de Educação, no período de 2025 a 2026.

A comissão também deverá examinar as aquisições e apurar eventuais irregularidades e responsabilidades. A avaliação de Demilson sobre a participação do prefeito não representa uma conclusão definitiva sobre o caso, que ainda será objeto de investigação.

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Composição da CPI

Além de Demilson Nogueira na presidência, a comissão terá o vereador Marcus Brito (PV) como vice-presidente e Tenente-Coronel Dias (Cidadania) como membro titular.

Os suplentes definidos são Wilson Kero Kero (Democrata), Marcrean Santos (MDB) e Cezinha Nascimento (União).

A CPI terá prazo regimental de 120 dias, contados a partir do início dos trabalhos, para conduzir as apurações.

A presidente da Câmara Municipal, Paula Calil (PL), destacou o compromisso da Casa com a transparência, a fiscalização e o esclarecimento dos fatos, com o objetivo de apurar eventuais irregularidades e apresentar respostas à população cuiabana.

FONTE/CRÉDITOS: Gabriel Soares